História

A força cooperativa construindo história: A conquista dos 100 anos da Sicredi Região Centro

Para compreender a dimensão da conquista histórica que representa a Sicredi Região Centro, enquanto gestora de um sistema financeiro inovador, faz-se necessário voltar nossa atenção ao passado e seguir os passos daqueles que idealizaram e implementaram, coletivamente, há um século, a conquista da autonomia financeira através da cooperação na Região Centro do Estado do Rio Grande do Sul.

O nascimento da primeira Instituição Financeira de Santa Maria, Banco Econômico e de Crédito do Deutscher Volksverein (Associação Popular Alemã) do Distrito de Santa Maria da Boca do Monte, aconteceu em 27 de outubro de 1914, período em que o país caracterizava-se por ser agroexportador. O meio rural, onde viviam a maior parte das pessoas, não possibilitava o desenvolvimento das atividades produtivas, limitando a ascensão econômica dos agricultores. Além disso, estes trabalhadores sofriam com os baixos preços de seus produtos, que eram bens primários e de baixo valor agregado. Essa realidade tornou-se um terreno fértil para inserir o pensamento cooperativo aos pequenos produtores como ferramenta de superação das carências estruturais da época, uma vez que o sistema agrupa todos os interessados em torno de uma mesma plataforma associativa.

A Sicredi Região Centro foi a 4ª Cooperativa na América Latina fundada pelo Padre Theodor Amstad, precursor do Cooperativismo de Crédito. O modelo adotado foi o Raiffeisen; um padrão trazido da Alemanha que se adaptava ao perfil econômico e social das comunidades de imigrantes alemãs, que se caracterizavam pela agricultura familiar, capital limitado e produção voltada para o mercado interno. Com este perfil, a Sicredi Região Centro inicia sua história com a primeira Assembleia Geral da Fundação do Banco Econômico e de Crédito do Deutscher Volksverein do Distrito de Santa Maria da Boca do Monte, onde se fizeram presentes o Padre Pedro Wimmer e 17 membros da Associação dos Homens Católicos e da Sociedade Popular Alemã Católica que aprovaram os Estatutos e elegeram a primeira Diretoria. Como primeiro presidente assumiu Sr. João Link Sobrinho; tesoureiro Sr. João Müller; secretário Sr. Luiz Gelhard; conselho fiscal Sr. Heinrch Schröer, Sr. Pedro Link e Sr. Josef Kraemer.

Além da aprovação dos Estatutos e da eleição da diretoria, essa primeira Assembleia Geral de Fundação tornou-se importante, também, pelo fato de ser abrilhantada com a participação da Sr. Helena Koseske, cuja presença protagoniza a inserção da mulher nesta instituição financeira - Sicredi. Desde sua origem até junho de 1922 as atas foram redigidas em alemão. Em 20 de fevereiro de 1923, após reunirem-se os sócios, em Assembleia Geral Extraordinária para o fim especial da modificação de seus Estatutos em Inpo Raiffeisen, baseado no Decreto no. 1637, de 5 de janeiro de 1907, a instituição passa a ser chamada de “Caixa Rural União Popular de Santa Maria”.

Segundo registros, em 21 de fevereiro de 1926, as Assembleias Gerais Extraordinárias e as Sessões de Diretoria da Caixa Rural União Popular de Santa Maria passaram a acontecer nos salões, gentilmente cedidos, do então Presidente Sr. José Griesser. Na ocasião, foi eleita a nova diretoria e, com a maioria dos votos, assume como presidente o Sr. João Müller. Além desta nova atribuição, foi a ele conferida a tarefa de ser o 1º delegado (representante) da Caixa Rural União Popular de Santa Maria na reunião geral das Caixas Rurais em Serro Azul, atual Serro Largo.

Trilhando o sucesso, em 1931 a Caixa do sistema Raiffeisen, apesar da crise que acometia o país, apresentou progresso satisfatório. Tal situação fortaleceu ainda mais o convite do Sr. João Müller aos associados à propagação deste Sistema de Caixas Econômicas à sociedade. Tencionando cada vez mais a ascensão e buscando um melhor atendimento aos seus 181 associados, a Caixa Rural passa a atender nas quartas-feiras e sábados à tarde, em uma sala nas instalações do Hotel do Comércio, onde permaneceu até o final dessa década. Com aumento ininterrupto de associados, 529 cadernetas em 07 de agosto de 1932, a Caixa Rural além de exercer um papel de agente no desenvolvimento econômico da região, preocupava-se também com a estrutura física da cidade, pois contribuiu economicamente com as instalações da rede de saneamento de água e esgotos de Santa Maria, recentemente iniciadas. Nesse percurso e fazendo uso da frase “as Caixas Rurais surgiram em momentos de crise e foram criadas para vencer a crise através de economias feitas para o auxílio em grandes faltas de dinheiro”, o Sr. João Müller, em 19 de fevereiro de 1933, despede-se da presidência e em seu lugar, por eleição secreta e com a maioria dos votos, assume o Sr. Fernando Friedrich. Com uma extraordinária liderança em Santa Maria e região, o Sr. Müller é aclamado pelos membros da Caixa Rural, que lhe conferem o mérito de “Presidente Honorário” pela sua capacidade e aptidão demostrados, diuturnamente, desde a existência da Caixa Rural União Popular de Santa Maria.

Em 16 de fevereiro de 1936 assume, como presidente da Caixa Rural, o Sr. João Plein. No ano seguinte, na data de 18 de março, em Assembleia Geral Ordinária da Caixa Rural União Popular de Santa Maria, o Sr. Luiz Cechella foi eleito como novo presidente, que, como primeira providência, em função da necessidade e evolução desta instituição, sugere a compra da primeira máquina de escrever à Diretoria e ao Conselho Fiscal.

Com o Decreto do Poder Legislativo, nº 22.239, de 19 de dezembro de 1932, em que definiu que as Sociedades Cooperativas que seguiam o modelo Raiffeisen deveriam ter em seu quadro social, no mínimo 60% de agricultores, a Caixa Rural União Popular de Santa Maria, a partir de março de 1941, intensificou a divulgação dessa instituição financeira à sociedade ao qual ela se destinava a fim de aumentar o número (atualmente insignificante) de sócios desta categoria. Além dessas providências, houve a necessidade de mudança de sede, em função do estado precário em que a atual se encontrava e também devido ao seu crescente progresso. Assim, a sede da Caixa é transferida para uma casa mais confortável e uma máquina de somar e calcular é adquirida, como também fichários e mobiliários adequados. Com a aquisição destes novos instrumentos, juntamente com a nova sede, na sala térrea, do prédio situado à Avenida Rio Branco, no142, a Caixa Rural foi vista como moderna e apta ao avanço que tem conquistado.

No mesmo período, o Sr. João Link Sobrinho, 1º presidente do Banco Econômico e de Crédito do Deutscher Volksverein, então Caixa Rural União Popular de Santa Maria, em função de problemas de saúde, afasta-se do cargo e ganha o título de 2º Presidente de Honra da Caixa. No ano seguinte, em fevereiro de 1942, o Sr. Fernando Friedrich assume novamente a presidência da Caixa. Dois anos depois, em 29 de outubro de 1944, ocorreu a belíssima Sessão da Assembleia Geral Extraordinária Comemorativa do 30º Aniversário da Caixa Rural União Popular de Santa Maria que, segundo registros, foram destacados, no discurso proferido pelo gerente Sr. Walter Cechella, aspectos de extrema relevância, como o primeiro depósito de Cr$500,00 e um empréstimo de igual valor, formalizados como a primeira atividade da Caixa Rural no dia 1º de novembro de 1914. Trinta anos mais tarde, atingia um saldo em depósito de Cr$1.121.624,20 e, em empréstimos, um saldo de Cr$616.360,10.

Tais fatos demostraram a impressionante progressão da Caixa, graças, sobretudo às atividades incansáveis de seus fundadores Sr. João Link Sobrinho e Sr. João Müller. Também compõe o quadro de aspectos importantes da Caixa o alicerce cristão em que se baseiam todas as Caixas Rurais inspiradas pelo Reverendo Padre Theodor Amstad e, como prova disso, no mesmo mês em que celebra seu trigésimo aniversário, a Caixa Rural cooperou, economicamente, com a Romaria do Santuário de Nossa Senhora Medianeira.

Com a expansão da Caixa, o Sr. Walter Cechella sugere que sejam ampliados os dias de expediente que no momento eram somente dois por semana. Além disso, em 22 de janeiro de 1953, propõe que a redação do art. 3º, “a duração da Sociedade será de 30 anos”, dos Estatutos Sociais, seja reorganizada para “a duração da Sociedade será por prazo indeterminado”. Em função destas alterações, a Caixa Rural União Popular de Santa Maria se expande cada vez mais, surgindo a necessidade de modernizar a contabilidade dos serviços internos. O 40º Aniversário da Caixa Rural União Popular de Santa Maria foi comemorado em 27 de outubro de 1954 com um churrasco no Clube Atirador Esportivo, em que discursaram os Senhores Walter Cechella e Vitor Affonso Haffner, recordando que Santa Maria foi o berço da própria Central. O ano do quadragésimo aniversário da Caixa também foi marcado pela invejável situação econômico-financeira e com as inovações apresentadas pela Caixa do sistema Raiffeisen.

Sempre primando pela clareza de suas ações, a Caixa Rural, a partir de 18 de novembro de 1966, passou a convocar seus associados por editais publicados no Jornal A Razão. Em sua segunda convocação para a 61ª assembleia de 30 de novembro do mesmo ano, a Caixa Rural inicia uma das históricas sessões assembleares que, sob a direção do Interventor do Banco Central da República do Brasil, Sr. Aylson Centeno Xavier, via Novo Estatuto, a Caixa Rural União Popular de Santa Maria passa a denominar-se Cooperativa de Crédito Caixa Rural de Santa Maria, mantendo a forma de sociedade sem capital, de responsabilidade pessoal, solidária e ilimitada dos associados, regendo-se pela Legislação em vigor e pelas normas regulamentadas pelo Banco Central da República do Brasil, com atuação somente em Santa Maria. Nesta mesma assembleia foi eleita a nova diretoria e o Sr. Frederico Augusto Treptow assume como presidente a Cooperativa de Crédito Caixa Rural de Santa Maria.

Em 20 de março de 1967, a Cooperativa recebe em dação de pagamento o prédio onde possui sua sede, na Avenida Rio Branco, no 142, constituindo, a partir de então, a primeira sede própria da Sicredi Região Centro, a qual foi vendida em 1985. Além dessa conquista, no ano seguinte, a Cooperativa contava com 1.426 associados e, em 1969, houve mais um avanço no quadro social, que passou a ter 1.823 sócios.

Com a morte do inesquecível presidente Sr. Frederico Augusto Treptow, o Sr. Cap. Hugo Müller, na assembleia Geral Extraordinária de 11 de outubro de 1969, assume, momentaneamente, a presidência da Cooperativa. Nesta mesma data, ficou decidido que a “Cooperativa de Crédito Caixa Rural de Santa Maria” passaria a ser chamada de “Cooperativa de Crédito Santamariense”, a qual não foi aprovada pelo Banco Central do Brasil. Contudo, em 25 de abril de 1970, em nova Assembleia, a “Cooperativa de Crédito Rural de Santa Maria Ltda.”, com um total de 2.174 associados e contemplando os municípios de Santa Maria, Faxinal do Soturno e São Pedro do Sul, passa a ser a legítima sucessora da “Caixa Rural União Popular de Santa Maria”. Nesta assembleia também foi eleita a nova diretoria e o Sr. Brasil Bohrer Branco é eleito o novo presidente da recém-denominada Cooperativa de Crédito Rural de Santa Maria Ltda. Esta transformação foi baseada nas normas baixadas pelo Conselho Monetário Nacional e Banco Central do Brasil.

Já com 2.263 associados, em 27 de março de 1971 foi Aprovada a filiação da Cooperativa à Federação das Cooperativas de Crédito do Sul do País – FECRESUL, em fase de organização. Com a situação financeira da Cooperativa em total crescimento e com 2.320 associados, segundo registros, o então gerente, Sr. Hugo Müller chamou a atenção sobre o fato de que há 5 anos, quando da visita do Senhor Interventor do Banco Central, esta Instituição Financeira havia apresentado uma ascensão em mais de 12 vezes nos depósitos, e de 10 vezes em suas reservas, permitindo, assim, a expansão da Cooperativa em mais de 40 vezes nas suas aplicações e nos demais seguimentos que a compõem.

De 19 de janeiro de 1974 a 28 de março de 1981, o Sr. Antonio Bento Porto Alegre esteve presidente da Cooperativa de Crédito Rural de Santa Maria Ltda., que, com sua morte, assumiu o Sr. Manoel Baptista Mezeck. Neste período, mais precisamente em 21 de junho deste mesmo ano, a filiação da “Cooperativa de Crédito Rural de Santa Maria Ltda.” à “Cooperativa Central de Crédito do Rio Grande do Sul” (COCECRER- RS) foi aprovada; e, em 27 de março de 1982, pela primeira vez, a sigla CREDICOOP foi citada.

A Cooperativa de Crédito Rural de Santa Maria Ltda. a partir de 1986 passa a ter como Diretor Presidente o Sr. Edson Luiz dos Santos Difante e, em 1987, conta com 1.325 associados. Contudo, segundo registros, o Diretor da COCECRER, Sr. Dr. Peri de Quadros Marzzulo, em assembleia, mencionou as dificuldades enfrentadas pelas Cooperativas de Crédito no corrente ano devido ao Plano Cruzado. Com nova sede no prédio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santa Maria, localizado à Rua Pinheiro Machado, no 2801, e com 1.409 associados, o presidente, recém eleito, Sr. Binicio Fernandes da Silva, em 18 de março de 1988, tenciona expandir a Cooperativa de Crédito Rural de Santa Maria Ltda. Para tal, resolve, em processo assemblear, que são necessárias melhorias na cooperativa em alguns aspectos, como a compra de um carro; ampliação do espaço físico da atual sede e planejamento econômico para aquisição de uma nova sede para a CREDICOOP, via Fundo para Aquisição de Bens do Ativo Permanente.

Em 05 de março de 1993 é eleita a 1ª mulher para compor o Conselho Administrativo da CREDICOOP, a Sra. Dilene Maria Toniolo Noro. No ano seguinte e com 1.584 associados, a Cooperativa de Crédito Rural de Santa Maria Ltda. passa por mais uma mudança, em que, durante assembleia de 30 de setembro de 1994, a Diretoria fez uma minuciosa explanação sobre a necessidade de a Cooperativa ter seu próprio Banco, principalmente depois da extinção do Banco Nacional de Crédito Cooperativo S/A, de capital majoritariamente público. A ideia central era a de que o sistema de crédito cooperativo fosse mantido incólume em sua atual formação, ligando-se, operacionalmente, ao banco através de convênios, a exemplo do que ocorria, parcialmente, no relacionamento com o Banco do Brasil.

Nesse contexto é Consolidada a reforma do Estatuto Social da Cooperativa e a partir de 3 de março de 1995, com 1670 associados, a “Cooperativa de Crédito Rural de Santa Maria Ltda.” passou a denominar-se Sicredi Santa Maria, ano em que foi fundado o Banco Cooperativo Sicredi. Em 1996, assume a presidência o Sr. Roberto Zorzan, que permanece no cargo até os dias de hoje. Em 2002, conforme previamente planejado, inaugurou sua nova sede na Av. Medianeira, esquina com a Rua Duque de Caxias. Neste mesmo ano foi aprovada a denominação da Cooperativa de Livre Admissão de Associados da Região Centro do Rio Grande do Sul - Sicredi Região Centro, sendo a 4ª cooperativa do Sistema a alcançar esta denominação. Em outubro de 2011, a Cooperativa uniu-se com a Sicredi Vale do Camaquã RS, passando a incorporar mais quatro unidades de atendimento. Em julho de 2013 houve a União com a Sicredi Vale do Soturno RS, incorporando mais duas unidades de atendimento.

Em 27 de outubro de 2014, encerraram-se as comemorações do centenário da Sicredi Região Centro que, através do exercício cooperativista, construiu 100 anos de história bem sucedida; 100 anos da 1ª Instituição Financeira a estabelecer-se em Santa Maria; 100 anos da Sicredi Região Centro. O cerne da sua missão está alicerçado na definição do Padre Teodor Amstad sobre o princípio do Cooperativismo, que preconiza: “Se uma grande pedra atravessa o caminho e 20 pessoas querem passar, não conseguirão se um por um a procuram remover individualmente. Mas se as 20 pessoas se unem e fazem força ao mesmo tempo, sob a orientação de um deles, conseguirão solidariamente afastar a pedra e abrir o caminho para todos”.

Outro grande fato marcante para esta cooperativa aconteceu em dezembro de 2014, quando da incorporação da Sicredi Quarta Colônia RS e da Sicredi Centro Sul RS pela Sicredi Região Centro. Mais um fato histórico para esta empresa centenária que, na ocasião tornou--se a 5ª maior cooperativa de crédito do Estado. Com sede na Av. Hélvio Basso, em Santa Maria, a nova cooperativa conta com 20 unidades de atendimento e está presente em 18 municípios, a saber: Itaara, São Martinho da Serra, Dilermando de Aguiar, São Pedro do Sul, Toropi, Santa Maria, Lavras do Sul, Santana da Boa Vista, Piratini, Caçapava do Sul, Faxinal do Soturno, São João do Polêsine, Nova Palma, Dona Francisca, Restinga Seca, Formigueiro, São Sepé e Vila Nova do Sul, todos do Estado do Rio Grande do Sul.

A ampliação da capacidade patrimonial e operacional, a partir da unificação das estruturas, permitiu à nova cooperativa aumentar o volume de negócios, a participação no mercado, a rentabilidade e a redução de custos.

Mais de um século de cooperativismo com visão de futuro

Em 2015, embasada na Resolução 3859/2010, que aborda a implantação da Governança Corporativa nas Cooperativas de Crédito, a Sicredi Região Centro deu posse, no dia 23 de julho, à sua Diretoria Executiva e aos Conselhos de Administração e Fiscal. A cerimônia aconteceu durante a reunião mensal do CONSAD – Conselho de Administração da Cooperativa. Com os princípios da transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa, a Governança é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre proprietários, Conselho de Adminitração, Diretoria e orgãos de controle. As boas práticas de governança corporativa convertem princípios em recomendações objetivas alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando seu acesso a recursos e contribuindo para a sua durabilidade.

A nova estrutura, aprovada em Assembleia pelos associados e já homologada pelo BACEN – Banco Central do Brasil, fica composta para o mandato 2015-2019.